O Tribunal Central Administrativo Sul considerou improcedente uma providência cautelar interposta pela empresa de reciclagem de óleos Fabrióleo, com sede em Torres Novas, contra a decisão do IAPMEI que mandara encerrar a empresa em 2018, após uma série de vistorias que concluíram pela responsabilidade da unida fabril na poluição do aquífero, afluente do rio Almonda.
Segundo a decisão do tribunal, a Fabrióleo, que sempre negou responsabilidade pela poluição, tem agora um período de 10 dias para o encerramento da unidade de reciclagem de óleos de Torres Novas.
O presidente da Câmara de Torres Novas, Pedro Ferreira, já foi informado da decisão, esperando agora que a empresa cumpra a determinação do tribunal, o mesmo acontecendo com a distrital do Bloco de Esquerda, que considera que a decisão do Tribunal Administrativo “é justa e é uma vitória da prolongada luta das populações pelo direito à vida, sem mais poluição na ribeira da Boa Água e com o fim dos cheiros nauseabundos, insuportáveis”.
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